Quase monólogo da mente fora da realidade
estou mesmo numa nuvem fofa...
no lusco fusco dos olhos...
na magia do gesto simples e perfeito...
onde estou eu, meu caro?
para onde é este voo sem bilhete?
não sou eu quem comanda, a nuvem é que me guia...
apanha a nuvem da 1:45 e vem comigo,
assim já me posso perder...
não sei para onde me levam, se vieres podes sempre regar as flores do meu jardim, daquele onde fui enterrado...
Eco: “quem te enterrou?”
Os mortos não respondem a questões, procuram respostas, sabes tu quem o fez?
Eco: “não”
(...)
Relógio: “1:46”
Nãããooooo, perdeste a viagem!!!!!!!
Esqueceste-te da pontualidade dos Caminhos Aéreos...
...e o meu corpo jazerá na terra dura, onde nem a mais brava silva cresce…
…ecos repetem: “há mais nuvens, há mais nuvens...”
no lusco fusco dos olhos...
na magia do gesto simples e perfeito...
onde estou eu, meu caro?
para onde é este voo sem bilhete?
não sou eu quem comanda, a nuvem é que me guia...
apanha a nuvem da 1:45 e vem comigo,
assim já me posso perder...
não sei para onde me levam, se vieres podes sempre regar as flores do meu jardim, daquele onde fui enterrado...
Eco: “quem te enterrou?”
Os mortos não respondem a questões, procuram respostas, sabes tu quem o fez?
Eco: “não”
(...)
Relógio: “1:46”
Nãããooooo, perdeste a viagem!!!!!!!
Esqueceste-te da pontualidade dos Caminhos Aéreos...
...e o meu corpo jazerá na terra dura, onde nem a mais brava silva cresce…
…ecos repetem: “há mais nuvens, há mais nuvens...”