Acordei, e como que não acreditando esfrego os olhos, a luz do sol teima em entrar, tento ambientá-los...aqui estás deitada, sedada pela noite mais quente que o dia pretérito...deito-me novamente, veremos quem sonha mais alto entre carícias, abraços e sussurros enquanto o sol nos venera e a lua nos embala...
A Saudade é sentida, antiquada, única, difícil, autêntica, desprezável, existencial. É a distância do tudo e do nada, a revelação da falta. É uma palavra só e só portuguesa… …questiono agora o facto de ter nascido aqui, e de nunca ter desejado conhecer-te, Amarga Saudade.